Quando o conflito trava a operação, a resposta certa não é atacar. É negociar com método.
Conduzo mediação e negociação estratégica em cenários de alta complexidade — para transformar impasses em decisões, sem expor sua empresa ao desgaste e à imprevisibilidade do litígio.
MÉTODO 72H
Crises empresariais não falham na negociação. Falham antes dela.
As primeiras 72 horas definem o resultado.
Governança da crise
(0 a 24h)
Centralizar quem decide, quem executa e quem comunica. Parar o ruído antes de qualquer resposta.
Leitura de cenário
(24 a 48h)
Mapear com frieza quem realmente importa. Responder três perguntas antes de qualquer mesa: o que é inegociável, onde existe margem real e quais são os cenários possíveis — inclusive os mais duros.
Narrativa e mesa de negociação (48 a 72h)
Sustentar uma posição com coerência e clareza. Empresas que demonstram leitura de cenário preservam mais valor — mesmo nos contextos mais difíceis.
O prejuízo raramente aparece na primeira reunião de crise. Aparece no balanço seguinte.
Enquanto a disputa se arrasta:
✓ Caixa comprometido — provisões, honorários e imprevisibilidade de prazo.
✓ Operação travada — decisões estratégicas paradas à espera de um desfecho.
✓ Relações queimadas — parceiros, fornecedores e sócios que não voltam atrás.
✓ Exposição reputacional — informação circulando fora do controle da empresa.
✓ Energia da liderança drenada — diretoria e jurídico interno respondendo crise em vez de tocar o negócio.
Judicializar não é sinônimo de força. Na maioria dos casos, a judicialização precoce não acelera a solução — acelera o custo.
Cada conflito empresarial tem uma origem diferente. A condução também precisa ser.
01.
Disputas Societárias e Governança
02.
Conflitos Contratuais e Comerciais
03.
Cadeia de Suprimentos e Parceiros Estratégicos
04.
Renegociação com Credores
05.
Conflitos com Executivos e Lideranças
06.
Gestão de Crise e Continuidade Operacional
